O que é MVP (produto mínimo viável) e qual a diferença do protótipo?

É muito comum que as pessoas confundam MVP (produto mínimo viável) com prototipagem. No entanto, apesar de serem conceitos parecidos, eles diferem entre si. Por isso, é fundamental saber o que é MVP e o que é prototipagem.

Imagine que você está diante de um produto qualquer, como um celular, por exemplo. Agora tente imaginar todo o processo feito para que esse celular chegue até você. Surgiu uma ideia, onde foi feito um protótipo, criado as mínimas condições do aparelho funcionar e posteriormente incrementado todo estudo para se chegar no produto final.

Pense que o incremento do estudo tecnológico, bem como a aplicação de dinheiro para o desenvolvimento deste produto até sua versão final tenha sido em vão.

Ou seja, o produto não te agradou e nem a ninguém. Veja como a empresa pode ter um prejuízo muito maior produzindo um produto até sua versão final, do que se tivesse realizado testes no meio do processo de criação.

É aí que entra o produto mínimo viável, cuja finalidade é realizar testes junto ao público-alvo, quando o produto já tem as condições mínimas viáveis para isso.

O que o MVP (Produto Mínimo Viável)?

O termo faz referência a um produto em desenvolvimento. Sendo assim, chega-se no MVP quando é definido as funcionalidades mínimas capazes de permitir um teste de aceitação junto ao público-alvo.

Esse termo foi cunhado por Frank Robinson, mas tornou-se popular por meio de Steve Blank e Eric Ries. Sendo assim, o principal objetivo do MVP é acelerar o aprendizado.

Aprender com o cliente torna mais fácil identificar os ajustes prioritários. Isso ajuda a economizar horas no desenvolvimento final de um produto e o mesmo não atender às expectativas dos consumidores.

Qual a diferença entre o MVP e a Prototipagem?

Se por um lado o MVP faz referência a um produto em desenvolvimento que já atingiu as funcionalidades mínimas para um teste de aceitação, por outro, prototipar é dar vida às ideias.

A origem da palavra vem do grego protótupus que significa “a primeira forma”. Ou seja, é tirar uma ideia da mente e colocá-la no papel. No livro Design Thinks de Negócios, a prototipagem é dividida em três níveis de fidelidade, sendo:

  • Baixa – Representação conceitual apenas, análoga às ideias;
  • Média – Representação de aspectos de ideia;
  • Alta – Representação mais similar possível da ideia.

Note que quanto mais alto for o nível de fidelidade de uma prototipagem, maiores serão as chances dela se tornar um MVP. Então, pode-se dizer que todo MVP é um protótipo, mas nem todo protótipo chega a se tornar uma MVP.

Um processo é a continuação do outro. Sendo que muitos protótipos, por não terem utilidade, ou por não terem conseguido atingir uma representação mais similar possível da ideia, não chegam a se tornar um MVP, assim como nem todo MVP chega a se tornar um produto final.

O consumidor final no centro dos negócios

Quando falamos em MVP e prototipagem, estamos pensando no lançamento de um negócio, de um produto ou de uma ideia no mercado. Todavia, se o produto não tiver aceitação, simplesmente ele deixa de ser ofertado.

Por isso, sabemos que o produto ou negócio passam por diversas etapas. Sendo que a primeira etapa é a prototipagem. Esse pode ser considerado o momento crucial do projeto. Afinal, quanto mais próximo for o protótipo da ideia e quanto mais útil for, maiores serão as chances de sucesso.

Sendo assim, é fundamental dedicar tempo e investimento no momento inicial do planejamento, pois como vimos, se o protótipo atinge um alto nível de fidelidade, as chances dele se tornar um MVP são altas.

Mesmo que o produto não mostre aceitação nessa fase por meio de testes, ele pode ir sendo ajustado até que se chegue no MVP ideal para se continuar a jornada de desenvolvimento. Lembrando que todo o processo tem como centro a satisfação do cliente.

Desse modo, ao chegar no MVP houve um custo de investimento, porém um custo bem mais baixo do que se chegar a versão final do produto, sendo que se o mesmo não for aceito, o valor do investimento perdido será menor.

O papel da Impressão 3D

Evidenciamos que a prototipagem vem antes do MVP e que nem todo protótipo chega a se tornar um MVP, pois a ideia nesse caso, não atinge um alto nível de fidelidade.

Por isso, para que o protótipo se torne o mais fiel possível à ideia, é necessário o auxílio da tecnologia. Sendo assim, a impressão 3D tem um papel fundamental no processo de criação de um produto. Inclusive, você pode saber o que pode ser impresso em uma impressora 3D, clicando aqui.

Apesar de ser mais custoso que a prototipagem manual, ele possibilita que a ideia realmente seja fidelizada. Isso faz com que não se gaste dinheiro mais do que uma vez para se fazer um protótipo.

Aliás, há diversos produtos que só conseguiram ser criados justamente pelo protótipo ter sido desenvolvido por impressão 3D. Ou seja, chegou-se mais rapidamente ao MVP — que após ser testado tornou-se um produto disponível no mercado.

Entendendo o processo como um todo

Conforme pudemos observar, a cadeia de criação de um produto consiste primeiramente em ter uma ideia, depois fazer um protótipo fiel, chegar no MVP, testar com os clientes, chegar no produto final e realizar mais testes.

Caso o produto seja aceito, ele entrará na linha de produção de uma empresa que o venderá para os distribuidores até chegar no consumidor final. Logo no início de todo esse processo está a impressão 3D e a prototipagem rápida.

Por isso, é essencial focar o máximo de esforço nesta etapa, evitando que o produto vá mais adiante na cadeia e que ao final não possua aceitação no mercado. Para isso não acontecer, a empresa que desenvolverá o protótipo deverá atender às suas expectativas.

Agora que você já sabe o que é MVP e sua diferença para prototipagem e que a impressão 3D tem um papel fundamental nessa cadeia, procure uma empresa séria para o seu projeto. Nós da MUV teremos um imenso prazer em atendê-lo. Quer saber mais? Entre em contato com nossos consultores.

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